Após ler relatos (textos) de amigos virtuais
relembrei alguns conceitos antes estudados por mim e refleti sobre os mesmos.
Essas reflexões permeiam o campo subjetivo e filosófico da vida e da
felicidade.
Em uma revista “Super Interessante” cuja capa
me atraiu li sobre o “sentido da vida”, por incrível que pareça, existem
estudos científicos voltados para esse tema, estudos pertencentes à psicanálise
e à neurociência, eu, todavia, prefiro pensá-lo do campo filosófico, empírico e
“pessoal”... sim, amigo leitor... do campo pessoal.
Mas, voltemos aos estudos sobre o “sentido da
vida”, foram destacados dois possíveis fatores que dão sentido à vida: a
procriação e a busca pela felicidade. Respostas que me fizeram questionar mais
uma coisa, não socraticamente, questionar por questionar mesmo, por ter
dúvidas; o questionamento foi o seguinte: “Para que procriar se não, para ser
feliz e o que é ser feliz?”.
Lembro-me de quando era mais novo e olhando casais
de idosos juntos imaginava que eles haviam vencido o tempo e seus conflitos,
tinham vencido a maturação e as decepções, já haviam passado por “tudo” e
permaneceram juntos, inabaláveis.
Tenho certeza de que tal reflexão não era
feita só por mim, não é feita só por mim. Quantos de nós não nos emocionamos
quando vemos idosos felizes, pessoas experientes juntas, cãs unidas? Sendo
assim, pensei:
Qualquer conceito que tenhamos sobre o
sentido da vida e a felicidade, será pequeno diante do que aprenderemos até
chegar ao estado “daquelas pessoas alegres” que avistamos, então seja qual for
o meu entendimento sobre o “sentido da vida” e seja qual for a minha concepção
sobre “felicidade”, o que quero é apenas chegar à minha terceira idade alegre
como eles!
Passe por lutas e dificuldades, mas mantenha o
objetivo e o anseio de alcançar essa alegria digna de Inveja.
Do autor, procurando a alegria:
Gerson Elias Rachid de Góes.



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