Minha inspiração.
Que
criança que sou,
quando nos
teus olhosvejo meu mundo
e nos teus lábios
flutuam meus desejos mais absurdos.
Que
poeta que sou,
quando faço
dos meus sonhosmeus ridículos versos de amor
e dos meus sentimentos
minhas confissões ritmadas.
Que
homem que sou,
quando de
Cristo esqueço as marcas,no teu corpo procurando o calor
e subjugo os meus olhos ao inferno
dos meus anseios jamais realizados.
Que
santo que sou,
quando
do meu mundo, nego a existência,dos versos, nego o ritmo,
dos sonhos, nego a esperança,
dos sentimentos, nego a vida
e do teu corpo, nego a beleza.
Que da
criança
Fique o
mundo
Do
poeta:
As
profundas confissões
Do
homem:
Os anseios
E do
santo:
Nada.
Este texto é meramente poético (literário), embora haja alusão à perfeita criação de Deus e esteja explícito nos meus versos a "admiração" que tenho por mulheres, não deve ser tomado como verdade absoluta. É um texto poético e deve ser visto e tomado como tal.
De acordo com a aceitação do público ao poema (se houver constrangimento e repúdio) não serão mais produzidos textos com o mesmo tema.
Gerson Elias Rachid de Góes
Nenhum comentário:
Postar um comentário